Municípios da Região Metropolitana pressionam pela saída do diretor-executivo do Consórcio, acusando descumprimento de decisões da Assembleia. Um ofício cita a possível destituição de Héctor Medeiros; a prefeita Emília chamou o caso de 'deselegante'.
Esta semana promete trazer novos desdobramentos na relação entre os municípios da Grande Aracaju e o Consórcio do Transporte Metropolitano. O diretor-executivo do consórcio pode ser destituído, conforme afirmam os prefeitos, que alegam que ele insiste em descumprir determinações da Assembleia do Consórcio.
Em um diálogo sobre a possível destituição de Héctor Medeiros, mencionada em um ofício enviado pelos prefeitos ao Consórcio, a prefeita de Aracaju expressou que a situação “fica até deselegante”. Embora não tenha feito uma defesa direta do indicado, Emília deixou claro que, em sua opinião, não existem condições para a execução das ordens de serviço.
Quando discutiu a saída de Renato Telles da direção do Consórcio, Emília utilizou uma estratégia similar: fez declarações à imprensa, exerceu pressão política e, ao final, obteve a destituição, com a concordância dos prefeitos atuais. Renato foi “convidado” a deixar o cargo. Essa abordagem, levantada no contexto atual, suscita a pergunta: Emília também agiu com deselegância naquele momento?
A situação atual no Consórcio do Transporte Metropolitano levanta questões sobre a governança e a colaboração entre os municípios. A expectativa agora é para ver como os prefeitos irão conduzir esse impasse e quais serão os próximos passos a serem tomados para resolver a questão do transporte na região metropolitana.
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