A trajetória do médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado Federal, Eduardo Amorim (Republicanos), na área da saúde é marcada por importantes contribuições à gestão médica em Sergipe. Durante sua passagem como secretário de Estado da Saúde, entre 2003 e 2004, sob a liderança do ex-governador João Alves Filho, Amorim teve um papel fundamental na implantação de um dos serviços de atendimento pré-hospitalar mais eficientes: o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Sergipe).
No início, o projeto contemplou todos os municípios do interior, e posteriormente, a capital, Aracaju, também foi integrada à iniciativa estadual. Diante da precariedade da assistência oferecida anteriormente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), Eduardo Amorim, com o apoio do Poder Executivo Estadual, reuniu uma equipe de técnicos com o objetivo de criar uma rede que oferecesse atendimento dinâmico e de qualidade nas situações de emergência. O foco sempre foi salvar vidas, realizar triagens adequadas, descentralizar a saúde, especialmente o Hospital de Urgência (HUSE), e proporcionar os avanços necessários ao sistema.
“Antes de ser convidado pelo governador João Alves para assumir a administração da Secretaria de Saúde, eu já atuava há mais de 15 anos no âmbito da medicina. No SUS, em especial, eu via diariamente pacientes perderem um tempo precioso até conseguir atendimento; era algo que demandava mudança imediata. O SAMU Sergipe nasceu justamente dessa necessidade: fazer o socorro chegar mais rápido às pessoas, principalmente no interior. Enfrentamos o desafio de estruturar esta rede de maneira eficiente, descentralizando o atendimento e modernizando a saúde pública em Sergipe”, lembra Eduardo Amorim.
Desde seu início, o SAMU já apresentou resultados significativos. Um levantamento da administração estadual indicou que, no primeiro trimestre de operação do Samu em Sergipe, houve uma melhoria na versatilidade do atendimento móvel, na regulação médica e nas unidades regionais, qualificando a assistência pré-hospitalar e salvando a vida de centenas de pessoas.
Em todo o Brasil, o SAMU opera com uma frota de mais de 4,3 mil ambulâncias, garantindo atendimento de urgência a cerca de 190 milhões de brasileiros, o que representa aproximadamente 90% da população. Em 2004, o Samu se consolidou como uma das ferramentas mais vitais da saúde pública estadual, tornando-se um modelo de atendimento em todo o território sergipano.
“Vivemos em um estado onde cerca de 85% da população depende exclusivamente do SUS. Por isso, minha missão de vida sempre foi trabalhar para fortalecer e qualificar a saúde pública, seja como médico dentro dos hospitais, seja na vida pública, defendendo políticas assertivas que garantam atendimento digno e mais eficiência para quem mais precisa”, ressalta Eduardo Amorim.
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