No Dia Nacional do Quadrilheiro Junino, brincantes de Sergipe reuniram história, emoção e identidade na primeira semifinal do Arranca Unha, mostrando como as juninas transformam vidas.
Que festa mais bonita a que Sergipe viveu neste domingo, 28 de junho! Em uma data que já é sagrada para quem tem o forró e a quadrilha no sangue — o Dia Nacional do Quadrilheiro Junino —, a primeira semifinal do Arranca Unha reuniu brincantes apaixonados, famílias inteiras e décadas de tradição junina num só lugar. Foi emoção do começo ao fim, daquelas que arrepiam e enchem o peito de orgulho sergipano.
As histórias que vieram à tona durante a celebração revelam algo que quem é de Sergipe já sabe de coração: as juninas não são apenas uma festa. Elas atravessam gerações, unem avós, filhos e netos em torno de um mesmo sonho colorido de chita e bordado. Quadrilheiros contaram como entraram ainda crianças nas fileiras dos grupos, como aprenderam os primeiros passos com os mais velhos e como, hoje, são eles quem ensinam os pequenos a manter viva essa chama tão nossa. São vidas inteiras dedicadas ao espetáculo junino — e cada uma dessas histórias merece ser contada e aplaudida de pé.
A primeira semifinal do Arranca Unha provou, mais uma vez, que o movimento junino sergipano está cheio de vigor, criatividade e gente comprometida com a excelência. Os grupos que pisaram na arena trouxeram apresentações que misturaram técnica, poesia e alma nordestina, emocionando jurados e plateia. Sergipe tem muito orgulho de seus quadrilheiros — e esta data não poderia ter sido celebrada de forma mais justa e vibrante do que assim: com forró, alegria e a certeza de que essa cultura vai continuar florescendo por muitas e muitas gerações.










Fonte: Governo de Sergipe
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