A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL) tem se destacado pela eficiência na emissão de documentos essenciais para os recém-nascidos. Desde o início de 2026, o cartório da maternidade já emitiu mais de 1.800 documentos, incluindo certidões de nascimento, cartões do Sistema Único de Saúde (SUS) e carteiras de identidade nacional (CIN) para bebês.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre diversas instituições, como a Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça de Sergipe, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e a Secretaria de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania (Seasic). Essa colaboração tem garantido que os direitos dos pequenos cidadãos sejam respeitados desde o primeiro momento de vida.
Fátima Andrade, referência técnica do Serviço Social e responsável pelo Cartório da MNSL, destacou que a implantação do Posto de Cartório em 2008 representou um avanço significativo na proteção dos direitos das crianças. “Antes, um servidor do Tribunal de Justiça recolhia os dados dos bebês para posterior emissão da certidão de nascimento. Com o fortalecimento da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente, os órgãos parceiros atuam de forma integrada, garantindo agilidade e eficiência”, explicou.
O projeto da CIN Neonatal, que começou a funcionar em novembro do ano passado, tem sido um benefício importante para os pais. A maternidade agora oferece a emissão do novo modelo de carteira de identidade para os recém-nascidos e para os pais que desejam adquirir o documento. O Posto de Cartório está localizado entre as alas de internamento, facilitando o acesso para as mães e acompanhantes.
Fátima Andrade também ressaltou a importância do serviço para o acesso a benefícios sociais. “É um serviço extremamente necessário, pois assegura direitos às crianças. A documentação garante mais segurança para os bebês e suas famílias, permitindo que os pais se concentrem na recuperação dos pequenos”, afirmou.
Jéssica Pinheiro, dona de casa de Divina Pastora e mãe de quatro filhos, compartilhou sua experiência ao registrar o último filho na MNSL. “Eu passei sete dias internada com o meu bebê na Ala Canguru e gostei muito do atendimento prestado. É um alívio sair com toda a documentação organizada”, contou.
Ronad Barreto, pai das primeiras trigêmeas nascidas na MNSL, também elogiou o serviço. “Minhas três filhas já saíram da maternidade como cidadãs, com as certidões de nascimento, os cartões do SUS e as carteiras de identidade. Isso foi muito bom, porque já saímos tranquilos, só pensando no cuidado com as meninas”, disse.
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