Servidores conheceram projetos e metodologias da Coordenadoria para ampliar a resolução consensual de conflitos. O encontro integrou ações entre Aracaju e comarcas do interior, fortalecendo a cultura de paz regional.
A instituição realizou a XXI edição do Café com a Coapaz com a proposta de apresentar a membros e servidores as atividades e projetos da Coordenadoria Permanente de Autocomposição e Paz. O encontro buscou aproximar a equipe interna das metodologias consensuais de resolução de conflitos e alinhar estratégias para a expansão contínua da cultura de paz nas comarcas do interior do estado.
A programação detalhou as metodologias de atuação da coordenadoria, com destaque para o trabalho executado nos processos estruturais encaminhados pela 16ª e 17ª Varas Cíveis da Comarca de Aracaju. A abordagem incluiu a aplicação de práticas restaurativas e a mediação como ferramentas complementares na solução de demandas complexas, visando conferir maior resolutividade e eficiência ao atendimento prestado às comunidades atingidas.
Segundo a organização do evento, a realização periódica do Café com a Coapaz integra ações institucionais permanentes voltadas ao fortalecimento e difusão de métodos não adversariais de solução de controvérsias. Com a consolidação dessas práticas na capital, foi explicado que houve avanço na estruturação do fluxo de trabalho para que o suporte técnico e preventivo da mediação seja estendido de forma gradual a outras unidades ministeriais ao longo de Sergipe.
Participantes
- Maria Conceição de Figueiredo Rolemberg — Procuradora de Justiça e Coordenadora da Coapaz
- Marilia Melo Bezerra — Assessora
- Juliana Vasconcelos de Oliveira Freitas — Assessora
- Ana Célia Barbosa Matias — Mediadora e facilitadora
- Carlos Henrique Siqueira Ribeiro — Promotor de Justiça e Chefe de Gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça
- Fábio Putumuju — Promotor de Justiça (Porto da Folha)
- Priscila Camargo Tavares — Promotora de Justiça (Cristinápolis)
- Raimundo Bispo Filho — Promotor de Justiça (2ª Promotoria de Justiça de Propriá)
- Arnaldo Barreto Neto — Servidor da Triagem Técnica
Durante o encontro, foram expostas as etapas práticas adotadas na mediação e nas práticas restaurativas, incluindo a instrumentalização de equipes locais e a integração com varas cíveis em casos de impacto coletivo. A proposta apresentada foi promover maior interlocução entre setores técnicos e operacionais para ampliar a prevenção de conflitos, reduzir judicialização e aumentar soluções consensuais.
O evento teve caráter formativo e de articulação interna, com foco em consolidar rotinas e orientações que permitam a replicação gradual dessas metodologias nas comarcas do interior. Entre os objetivos apontados estava a construção de um fluxo técnico que possibilite apoio continuado às unidades, garantindo que a mediação e as práticas restaurativas sejam disponibilizadas de forma estruturada e acessível às comunidades.
Ao final, a programação reforçou o compromisso da equipe com a difusão de métodos não adversariais e com o aperfeiçoamento das ações preventivas e de atendimento às demandas coletivas e individuais, buscando maior efetividade e proximidade com as realidades locais.
Fonte: Ministério Público de Sergipe (MPSE)
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