Eduardo Amorim, pré-candidato ao Senado, defende Valmir de Francisquinho após ataques desde a convenção de 20 de julho. Ele chama a perseguição de prejudicial à gestão e ao diálogo entre capital e interior.
O pré-candidato ao Governo de Sergipe, Valmir de Francisquinho (Republicanos), tem sido alvo de ataques frequentes desde que foi confirmado como líder da chapa majoritária de oposição em convenção partidária no dia 20 de julho. Em resposta a essas investidas, o médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado Federal, Eduardo Amorim, manifestou seu apoio a Valmir, ressaltando seu compromisso com a gestão pública e a lealdade ao povo sergipano.
Durante sua declaração, Amorim criticou o que considera uma perseguição política a Valmir, afirmando que essa prática é prejudicial ao processo democrático em Sergipe. Segundo ele, o estado já vivenciou situações semelhantes no passado e, agora, volta a ver essas táticas sendo utilizadas por aqueles que se sentem ameaçados pelo crescimento nas pesquisas do pré-candidato.
“Sergipe já viu esse filme antes e, infelizmente, estamos vendo novamente. Basta o nosso amigo Valmir crescer nas pesquisas para os poderosos usarem de suas táticas para tentar nos parar no papel”, destacou.
Eduardo Amorim também reforçou a importância de um debate de ideias nas eleições, que deve ser pautado pelo respeito à vontade popular. Ele acredita que o povo sergipano não se deixa enganar por manobras políticas e que a decisão deve ser feita com base em propostas e valores. Em sua fala, ele declarou:
“Valmir, meu amigo: estamos juntos nessa luta”.
Além de apoiar Valmir, Amorim destacou que, segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE), 1.740.240 eleitores estarão habilitados a votar nas eleições deste ano, que ocorrerão em todos os 75 municípios do estado. Ele também fez menção à importância da candidatura de Valmir e ao apoio à primeira prefeita mulher de Aracaju, Emília Corrêa.
“Seguimos firmes e confiantes na Justiça do nosso país para garantir que a decisão das urnas seja respeitada. A eleição quem decide é o povo; a vontade popular deve ser soberana”, completou Eduardo Amorim. Com isso, ele reafirma o compromisso do Republicanos em manter o cronograma estabelecido e trabalhar por avanços reais para os mais de 2,2 milhões de sergipanos.
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