Luciana Déda articula frentes de luta em Sergipe. Ela defende redes de acolhimento para vítimas de violência e políticas para famílias com crianças neurodivergentes.
A advogada Luciana Déda tem se posicionado fortemente em defesa das mulheres vítimas de violência, do fortalecimento da saúde pública e do apoio às famílias atípicas que convivem com crianças neurodivergentes. Em suas declarações, ela destaca a importância de desenvolver políticas públicas que atendam às necessidades específicas desses grupos.
Ao abordar a proteção das mulheres, Luciana enfatiza a necessidade de fortalecer as redes de acolhimento e assistência jurídica para vítimas de violência doméstica e familiar. Para ela, o enfrentamento desse problema demanda uma atuação integrada que envolva segurança pública, saúde, assistência social e educação. É fundamental não apenas ampliar os mecanismos de proteção, mas também intensificar as ações de prevenção e conscientização.
Outro ponto crítico que Luciana Déda levanta é a saúde pública. Ela defende que garantir acesso a consultas, exames e tratamentos especializados é vital para reduzir desigualdades e assegurar dignidade à população. Luciana ressalta a importância de investimentos contínuos na atenção básica e na ampliação da capacidade de atendimento da rede pública, com foco nos grupos mais vulneráveis.
Além disso, a pauta das famílias atípicas é uma preocupação constante em suas manifestações. Luciana defende a ampliação do suporte a essas famílias, especialmente aquelas que convivem com crianças neurodivergentes, como as que têm Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para ela, é essencial aumentar o acesso a terapias, fortalecer a inclusão escolar e oferecer maior apoio aos cuidadores, principalmente às mães que muitas vezes assumem a maior parte das responsabilidades.
Luciana acredita que a construção de políticas públicas eficazes requer o reconhecimento das necessidades específicas dessas famílias, garantindo um atendimento multidisciplinar, acessibilidade e acolhimento adequado. Ela destaca a importância da atuação do poder público para eliminar barreiras que dificultam o desenvolvimento e a inclusão social de crianças e adolescentes neurodivergentes.
Ao se manifestar sobre esses temas, Luciana Déda defende uma agenda que priorize a proteção da dignidade humana, a promoção da inclusão e o fortalecimento das políticas sociais. Para ela, o desenvolvimento de uma sociedade mais justa está atrelado à capacidade de garantir direitos, ampliar oportunidades e assegurar que mulheres, crianças e famílias em situação de vulnerabilidade recebam o apoio necessário para exercer plenamente sua cidadania.
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