Sergipe registrou o maior saldo de empregos formais da série histórica do Novo Caged para o período de janeiro a maio desde o início da nova metodologia, em 2020. Dados divulgados hoje pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e analisados pelo Observatório do Trabalho, da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo (Seteem), mostram que o estado criou 4.196 postos de trabalho com carteira assinada nos cinco primeiros meses de 2026.
Na comparação com o mesmo período de 2025, Sergipe apresentou um crescimento de 2,9% no saldo de empregos formais, destacando-se como um dos três únicos estados do país que ampliaram a geração de vagas no período, ao lado do Espírito Santo e Ceará, que também registraram avanços.
Somente no mês de maio, o estado abriu 877 novos postos de trabalho formais, elevando para 351.293 o estoque de empregos com carteira assinada. O setor de serviços liderou a geração de vagas em maio, com um saldo de 348 empregos, seguido pela indústria com 214, comércio com 191, agropecuária com 63 e construção com 62.
No acumulado dos últimos 12 meses, de junho de 2025 a maio de 2026, Sergipe registrou um saldo de 15.702 empregos formais. Este resultado representa um crescimento de 4,68% no estoque de trabalhadores com carteira assinada, colocando o estado na quinta posição do ranking nacional e na quarta entre os estados do Nordeste.
Outro destaque do levantamento foi o avanço do salário médio real de admissão. Em maio, o valor subiu de R$ 1.992,92 para R$ 2.207,94, o que representa uma alta de 10,79% em relação a abril, sendo esse o maior crescimento registrado entre os estados brasileiros.
Segundo o secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, os resultados refletem políticas voltadas ao fortalecimento do mercado de trabalho, à qualificação profissional e à atração de investimentos no estado.
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