A Polícia Federal cumpriu mandado em Cristinápolis nesta sexta (7/8). Celular e outros aparelhos foram apreendidos; perícia buscará arquivos em nuvem e conexões com outros suspeitos.
A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (7/8), a sexta fase da Operação Argos, com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no município de Cristinápolis, em Sergipe.
A operação investiga o armazenamento em nuvem de mais de 160 arquivos que contêm cenas de abuso sexual infantojuvenil. Durante a ação, foram apreendidos um aparelho celular e outros dispositivos eletrônicos, que passarão por perícia. A análise desses equipamentos visa aprofundar as investigações e verificar a possível existência de novos arquivos ilícitos, além de identificar conexões com outros indivíduos envolvidos no caso.
A nomenclatura utilizada em relação a esses crimes é um ponto importante a ser destacado. Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional prefere expressões como “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”. Essas terminologias refletem de maneira mais precisa a gravidade dos crimes cometidos.
A Polícia Federal também enfatiza a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a monitorar o uso da internet por crianças e adolescentes. A prática é fundamental para reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. Além disso, manter um diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e incentivar que as crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas são medidas cruciais para a proteção desses jovens.
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