Fábio Mitidieri disse no fim de semana: 'Sergipe quer um governador, não quer um marchante', e gerou repercussão nas redes. Valmir de Francisquinho, ex-prefeito de Itabaiana, criticou a fala como preconceituosa.
No último fim de semana, uma fala do governador Fábio Mitidieri (PSD) sobre a categoria dos marchantes gerou repercussão nas redes sociais. Durante uma declaração, o governador afirmou que “Sergipe quer um governador, não quer um marchante”, o que provocou uma série de reações, especialmente entre os profissionais da área.
Valmir de Francisquinho (Republicanos), ex-prefeito de Itabaiana e opositor de Mitidieri, não hesitou em criticar a declaração. Valmir, que tem uma trajetória ligada à profissão de marchante, destacou que a fala do governador foi preconceituosa e desrespeitosa com aqueles que atuam na atividade.
“Todas as profissões são importantes. A gente viu governadores, presidente da República, sair das camadas simples”, enfatizou Valmir, ao solicitar mais respeito por parte da liderança estadual.
A declaração de Mitidieri, embora tenha sido feita em um contexto político, levantou questões sobre o reconhecimento das diversas profissões que compõem a sociedade sergipana. A reação de Valmir de Francisquinho ressalta a importância da valorização de todos os trabalhadores, independentemente de sua origem ou ocupação.
O tema gerou um debate acalorado nas redes sociais, onde muitos usuários expressaram apoio a Valmir e criticaram a postura do governador. A situação evidencia a necessidade de um diálogo mais respeitoso e inclusivo entre as lideranças políticas e os diferentes segmentos da população, especialmente aqueles que muitas vezes são marginalizados.
À medida que a discussão avança, fica evidente que as palavras têm poder e que a maneira como as autoridades se referem às categorias profissionais pode impactar a percepção pública e a relação entre governantes e governados.
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