O Centro de Hemoterapia de Sergipe realizou nesta sexta-feira, 12, um evento alusivo ao Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, com café da manhã, sorteio de brindes e reconhecimento a voluntários.
O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), unidade gerida pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), promoveu nesta sexta-feira, 12, uma programação especial em homenagem ao Dia Mundial do Doador de Sangue, data celebrada mundialmente em 14 de junho. O evento reuniu doadores voluntários e líderes de grupos de doação para um café da manhã especial, sorteio de brindes e uma cerimônia de reconhecimento pela contribuição essencial à manutenção dos estoques de sangue no estado de Sergipe.
O diretor-geral da FSPH, Charles Leal, fez questão de ressaltar o valor humano e social do ato. “Sou doador desde os 18 anos e incentivador da doação de sangue. Nosso muito obrigado aos doadores e líderes de comunidades e grupos. Continuem sendo agentes multiplicadores. Uma doação pode salvar até quatro vidas. Atendemos a rede estadual pública e, quando necessário, as instituições particulares também. Sangue é vida. É a sociedade sergipana e a sociedade brasileira que precisam de todos nós”, destacou. O diretor administrativo e financeiro da FSPH, Conrado Marques, reforçou a importância do reconhecimento. “Quando falamos em doação de sangue, é justo um dia específico para comemorarmos quem é tão especial para o melhor funcionamento da nossa estrutura, para esse ato altruísta e de solidariedade, que é doar sangue, compartilhar vidas com outras pessoas que precisam”, agradeceu.
A técnica de enfermagem do Hemose, Elienai Nascimento, explicou o papel estratégico das campanhas do Junho Vermelho. “Esses períodos visam fortalecer as campanhas de conscientização para doação de sangue. Nossa proposta, durante as campanhas, é convidar os doadores fixos e assíduos, homenageá-los, proporcionar uma recepção especial, com mais acolhimento, e incentivá-los a convidar outras pessoas”, afirmou. Entre os homenageados, Ingrid de Jesus, líder do grupo de doadores de Capela e de Nossa Senhora das Dores, celebrou mais de quatro décadas de doação. “Sou doadora há mais de 40 anos. Sou muito feliz por isso, por fazer a diferença em minha vida, na da minha comunidade e na do país, seja quem for que precise. Estou sempre pronta para doar sangue”, declarou. O pescador José Ernandes Santos, doador voluntário há mais de 15 anos, também compartilhou sua experiência: “Me sinto muito honrado por ser doador, por ajudar outras pessoas a terem saúde e a viverem melhor. Doar sangue é uma necessidade, para quem recebe o sangue e para o doador, além de fazer bem para a saúde, para a alma e para o coração”.
Para quem deseja se tornar doador, o Hemose orienta que é preciso estar bem de saúde, sem qualquer sintoma de gripe ou resfriado, ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar acima de 50 quilos. No dia da doação, o voluntário deve comparecer à unidade bem alimentado e portando um documento oficial com foto.







Fonte: Saúde – Sergipe
Siga o Giro por Sergipe e receba as notícias do estado em primeira mão.
