Em Lagarto, no interior de Sergipe, a polícia prendeu em flagrante uma funcionária suspeita de fraudar um PIX de R$ 9 mil. Investigadores dizem que ela ficou com o celular da cliente durante o atendimento e teria feito a transferência sem autorização.
A Delegacia Regional de Lagarto prendeu em flagrante uma funcionária de uma empresa do ramo financeiro, sob a suspeita de ter praticado fraude eletrônica. A ação foi realizada na cidade de Lagarto e divulgada nesta quinta-feira, 23 de julho de 2026.
Segundo as investigações iniciais, a vítima procurou a unidade policial na terça-feira, 21 de julho, após perceber uma transferência via PIX no valor de R$ 9 mil, realizada sem sua autorização. A suspeita, que trabalhava na financeira onde a vítima buscava atendimento para operações de crédito e empréstimos, conseguiu ficar com o celular da cliente, alegando que iria realizar um procedimento de portabilidade de empréstimo consignado.
Após o registro da ocorrência, a suspeita, de 26 anos, foi convocada à Delegacia Regional de Lagarto para prestar esclarecimentos. Inicialmente, ela afirmou não conhecer a pessoa para quem a quantia havia sido transferida. Entretanto, durante as diligências, foram coletados depoimentos da vítima e de testemunhas, além de outros elementos informativos que demonstraram a materialidade do delito e indicaram fundados indícios de autoria.
A investigação revelou que o valor subtraído foi transferido para uma conta bancária em nome de outro cliente da financeira. Durante a apuração, constatou-se que esse cliente não tinha conhecimento da existência da referida conta bancária em seu nome, levantando indícios de que a suspeita teria providenciado a abertura da conta sem a autorização do titular, utilizando-a posteriormente para receber os valores oriundos da fraude.
Com base nos elementos reunidos, a suspeita foi presa em flagrante pela suposta prática do crime de fraude eletrônica. As investigações continuam, buscando esclarecer todas as circunstâncias dos fatos e identificar a possível participação de outras pessoas.
A Polícia Civil recomenda que os cidadãos nunca forneçam senhas bancárias e evitem entregar aparelhos celulares desbloqueados a terceiros para a realização de operações financeiras.
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