Motoristas de táxi-lotação da Zona Sul de Aracaju prestaram homenagem à prefeita Emília Corrêa nesta terça-feira, 21, em agradecimento pela regulamentação histórica do transporte complementar.
A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, foi homenageada na noite desta terça-feira, 21, por motoristas de cooperativas de transporte complementar que atuam na Zona Sul da capital. O encontro, realizado no bairro 17 de Março, reuniu trabalhadores das cooperativas Cooptrazul, Coopertasan e Cooptasmar em um ato de reconhecimento pela sanção da Lei nº 6.205/2025, assinada pela gestora em outubro do ano passado. A medida regulamentou definitivamente o serviço de transporte complementar urbano na região — popularmente conhecido como táxi-lotação — encerrando uma espera de 32 anos pela legalização da categoria.
Durante o encontro, Emília Corrêa ressaltou a emoção de receber a homenagem e relembrou sua trajetória junto à pauta desde os tempos de vereadora. “É uma alegria e uma honra receber esse reconhecimento. Quando fazemos algo de bom, não devemos esperar retorno, devemos apenas cumprir o nosso dever. Mas, quando esse reconhecimento chega, ficamos felizes porque entendemos que estamos no caminho certo. Essa é uma pauta que acompanho desde o meu primeiro mandato como vereadora. Caminhamos juntos, abrindo caminhos, e hoje temos a oportunidade de executar aquilo que defendíamos. Este é um momento de alegria e gratidão que Deus proporcionou a todos nós”, afirmou a prefeita.
O presidente da Cooptasmar, Francisco Corrêa, conhecido como Chicão, foi um dos que mais exaltou o cumprimento do compromisso assumido pela gestora. “Hoje é um dia muito especial por estarmos homenageando a prefeita Emília Corrêa. Ela assumiu um compromisso com a categoria e cumpriu a palavra. Depois de 32 anos de luta, conquistamos essa vitória. É uma mulher guerreira, que sempre esteve ao nosso lado e resolveu um problema que atravessou várias gestões”, declarou. Chicão também recordou o clima de insegurança e preconceito que marcou décadas de trabalho informal. “Durante muitos anos fomos abandonados, maltratados e até vistos de forma injusta pela sociedade e pelas autoridades. A prefeita reconheceu que aqui existem trabalhadores, pais e mães de família, pessoas de bem. Ela organizou e legalizou a nossa atividade”, acrescentou.
A dirigente da Cooptasmar, Arleide Santos, que atua no bairro Santa Maria, também fez questão de expressar o sentimento coletivo dos trabalhadores. “A palavra que define este momento é gratidão. Foram muitos anos de luta e agora conseguimos essa conquista. Muita gente prometia, mas nunca cumpria. A prefeita está de parabéns porque mostrou compromisso e trabalho”, declarou. A homenagem marcou um capítulo simbólico para uma categoria que, por mais de três décadas, operou à margem da legalidade nas ruas da Zona Sul de Aracaju.
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