Em Tobias Barreto, o pré-candidato ao Senado André David participou do podcast Bate Papo da Hora. Ele afirmou que a paz em Sergipe resulta de ações contínuas das forças e políticas locais, percebidas por moradores e turistas.
Durante uma entrevista ao podcast “Bate Papo da Hora”, realizada na cidade de Tobias Barreto, o pré-candidato ao Senado, delegado André David, discorreu sobre os desafios e avanços na segurança pública em Sergipe. Ele destacou a capacidade do estado em resistir ao domínio de facções criminosas, um problema que afeta diversas regiões do Brasil.
André David enfatizou que a tranquilidade vivida pela população sergipana não é fruto do acaso, mas sim de um trabalho constante e eficaz na manutenção da ordem pública. Ele observou que essa realidade é percebida tanto por moradores quanto por turistas, que ao visitarem Sergipe notam uma diferença significativa em relação a outros estados.
“Sabe quando viaja, vai para outros estados e ele vê que aqui na praia não posso pegar o celular, nesse evento não posso perseguir o celular, ele fala, mas na minha terra eu posso. Graças a Deus, nós temos um São João por gente, todo estado é de Sergipe e recebe muitos turistas. Quando chega aqui, percebe essa realidade”, afirmou.
O delegado também alertou para o papel fundamental que parlamentares têm em proteger Sergipe da ação de facções criminosas, que, segundo ele, estão se infiltrando em diversas esferas do governo em várias partes do Brasil. Ele citou como exemplo o Rio de Janeiro, onde o crime organizado alcançou proporções alarmantes.
“A facção não é somente aquele elemento com o fuzil na rua. Não, ela hoje já subiu de nível. Entrou na política, no Executivo, no Legislativo, e a nossa preocupação é evitar que atinja a Sergipe”, destacou.
André David também fez um apelo para que a população esteja atenta ao escolher seus representantes. Ele ressaltou a importância de avaliar o perfil dos candidatos ao Senado, especialmente no que diz respeito ao combate ao crime. Além disso, defendeu a necessidade de leis mais rigorosas para coibir a ação das facções.
“Nós temos que brigar e batalhar para que as leis sejam mais duras, severas, justamente para combater as facções criminosas, com uma legislação que consiga asfixiá-las economicamente”, concluiu.
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