A Secretaria Municipal da Educação iniciou o 5º ciclo de Formação Continuada do Programa Alfabetiza+, voltado a professores do 2º ano. A ação prevê mais três encontros até o fim do ano letivo.
A Secretaria Municipal da Educação de Aracaju deu início ao 5º ciclo de Formação Continuada do Programa Alfabetiza+, direcionado aos professores que lecionam nas turmas de 2º ano do Ensino Fundamental. Realizado na Escola Anísio Teixeira, o encontro reuniu docentes em quatro momentos de trabalho.
A iniciativa integra um cronograma estruturado, com previsão de mais três encontros até o encerramento do ano letivo. O objetivo imediato é consolidar as metas atuais e preparar estratégias pedagógicas para os próximos dois meses, com atividades voltadas ao desenvolvimento de competências em Matemática e Língua Portuguesa.
As formações resultam de uma parceria entre a Associação Bem Comum e a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria da Educação. A entidade oferece suporte pedagógico e capacitação contínua aos docentes da rede municipal, com foco no fortalecimento do ensino e da aprendizagem.
Durante os encontros, professores são convidados a apresentar práticas desenvolvidas em sala de aula e compartilhar com os colegas experiências que obtiveram bons resultados. Conforme a organização metodológica proposta pela coordenação, os ciclos trabalham o desenvolvimento curricular de maneira sequenciada: inicialmente, são planejadas as habilidades de Matemática e, em seguida, as de Língua Portuguesa.
O tema central das atividades é o monitoramento das competências previstas para este período escolar, fase em que os estudantes começam a demonstrar maior autonomia, com avanços na fluência de leitura e na produção textual.
De acordo com a formadora Maria São Pedro, o momento é voltado à organização do semestre junto aos professores, para que eles pensem habilidades e metodologias e levem para o debate experiências exitosas dos docentes.
“O principal desafio pedagógico debatido entre os especialistas e docentes é a criação de mecanismos eficazes para fazer a progressão dos estudantes. As oficinas oferecem suporte para que o professor identifique tanto as crianças que já se encontram no nível adequado de aprendizagem quanto aquelas que estão em estágio de transição, necessitando de intervenções específicas para avançar”, disse a formadora.
Segundo a pedagoga Adanilza de Oliveira Andrade, da Escola de Ensino Fundamental Alcebíades de Melo, a iniciativa qualifica diretamente a prática docente.
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