A 11ª edição do Tamo Junto Aracaju reuniu mais de 100 serviços gratuitos neste sábado, 22, no bairro Getúlio Vargas. A Semdef promoveu orientações, atendimentos e uma roda de conversa sobre inclusão e acessibilidade.
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal de Governo (Segov), realizou neste sábado, 22, a 11ª edição do programa Tamo Junto Aracaju. A ação ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) José Antônio da Costa Melo, no bairro Getúlio Vargas, com mais de 100 serviços e ações gratuitas destinados à população.
Entre os participantes da programação esteve a Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Semdef), que ofereceu serviços e orientações para pessoas com deficiência (PcDs). Foram disponibilizadas informações sobre o acesso ao Passe Livre nos transportes urbano, intermunicipal e interestadual, além de sessões de liberação miofascial e uma roda de conversa sobre inclusão e acessibilidade.
A secretária da Semdef, Camilla Feitosa, conduziu o diálogo e ressaltou a necessidade de ouvir diretamente as pessoas com deficiência para a construção de políticas públicas mais inclusivas e acessíveis. O encontro também contou com integrantes da Companhia de Dança Inclusiva de Sergipe (Cia Loucurarte), que realizou uma apresentação durante o evento.
“É muito bonito ver exemplos como o de vocês, porque é assim que eu busco viver. Foi a forma como minha mãe me ensinou a enxergar a vida, fazendo com que as minhas limitações não me impedissem de sonhar. Essa conversa é para aproximar a Semdef de vocês, ouvir as pessoas e caminharmos juntos. Como foi bem colocado, a acessibilidade não deve ser pensada apenas para a pessoa com deficiência, mas para todas as pessoas”, destacou Camilla.
O bailarino Mateus Henrique da Silva, integrante da Cia Loucurarte, afirmou que costuma participar das ações do programa. Com apresentações em vários estados e premiações ao longo da carreira, ele destacou os atendimentos disponíveis e a aproximação com a secretaria. “Gosto de participar do Tamo Junto. Sempre que posso, estou aqui. É bem organizado. Aqui, recebo massagem e acompanho a roda de conversa. Essa iniciativa é maravilhosa, pois é uma forma de interação e de ficarmos mais próximo da Semdef”, declarou.
Para a bailarina Gilvânia da Costa, a arte é uma ferramenta relevante de inclusão e transformação social. Ela também ressaltou a presença de pessoas com deficiência na equipe da Semdef. “Fico satisfeita ao observar que a Secretaria conta com pessoas com deficiência em sua equipe, o que traz uma perspectiva mais genuína e necessária. Nosso objetivo não é criar um universo exclusivo para cadeirantes, cegos ou pessoas com deficiência intelectual, mas construir um ambiente universal, acessível a todo o público”, afirmou.
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