Após pausa, o ex-senador retoma a vida pública e anuncia apoio a Valmir de Francisquinho ao governo. Ele critica o marketing oficial e diz que a crise na Saúde provoca superlotação no Huse, atingindo capital, interior e 85% da população.
Após uma pausa na carreira política, o ex-senador Eduardo Amorim, do Republicanos, retorna à disputa pelo Senado Federal, apoiando a candidatura de Valmir de Francisquinho ao governo do Estado. Em entrevista, Amorim critica a área de Saúde do governo de Fábio Mitidieri, afirmando que há um forte trabalho de marketing que não reflete a realidade enfrentada pela população.
“De um lado nos deparamos com um trabalho de marketing forte para mostrar uma realidade que não existe; do outro, 85% da população dependente desse serviço é obrigada a seguir enfrentando superlotação no Huse”, enfatiza. Amorim destaca que, caso seja eleito, suas prioridades incluirão resolver os problemas no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) e aplicar investimentos que melhorem o atendimento à população.
“Fui eleito o melhor senador do Brasil devido à atuação rígida em defesa dos sergipanos”, afirma Amorim, que acredita que, ao lado de Valmir de Francisquinho, poderá solucionar os problemas da saúde no estado.
Em relação à disputa para o Senado, Amorim observa que há mais candidatos fortes do que na corrida pelo governo. Ele enfatiza que o foco deve ser no progresso e no respeito mútuo entre os candidatos. “Torço profundamente que a legislação seja respeitada por todos”, diz.
Sobre a disputa estadual, Amorim expressa confiança na vontade do povo e lembra que em 2022, mais de 450 mil sergipanos confiaram em Valmir. “Agora, temos mais uma oportunidade para que a voz do povo seja respeitada”, declara, ressaltando a experiência de Valmir para governar.
“Uma honra receber o apoio da prefeita Emília Corrêa, que alcançou a aprovação de 70% dos aracajuanos”, comenta Amorim, reconhecendo a importância do apoio dela em sua candidatura ao Senado.
Amorim também discute a questão do feminicídio, ressaltando a importância da cobrança por políticas públicas eficazes e a necessidade de educação para a conscientização da população. “Em pleno século XXI, somos obrigados a conscientizar crianças, jovens e adultos sobre civilização e respeito”, afirma.
Por fim, o ex-senador critica a saúde em Sergipe, afirmando que o Sistema Único de Saúde está em uma situação crítica, com falta de investimentos e precariedade nos serviços. “O Sistema Único de Saúde em Sergipe está na UTI”, finaliza.
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