A deputada Áurea Ribeiro (PP) criticou na Alese o uso de recursos públicos em Lagarto durante o Festival da Mandioca. Ela defende que a festa tradicional seja realizada com transparência e responsabilidade fiscal.
Durante a Sessão Plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), realizada nesta terça-feira, 16 de junho de 2026, a deputada estadual Áurea Ribeiro, do Partido Progressista (PP), fez críticas à gestão do município de Lagarto. A parlamentar abordou a importância de se garantir responsabilidade fiscal, especialmente em relação à realização do Festival da Mandioca, um evento tradicional que atrai visitantes e celebra a cultura local.
A deputada destacou que, embora o festival seja um momento de festa e união, é fundamental que os recursos públicos sejam utilizados de forma consciente e responsável. Segundo Ribeiro, a gestão deve apresentar um planejamento que priorize a transparência e o uso adequado do dinheiro público, evitando gastos excessivos que possam comprometer outras áreas essenciais do município.
“O Festival da Mandioca é uma celebração que traz benefícios para Lagarto, mas não podemos esquecer da responsabilidade com as finanças públicas. É preciso que a gestão tenha um olhar atento para garantir que esses eventos não gerem dívidas futuras”, afirmou a deputada.
Além disso, a parlamentar ressaltou que a participação da comunidade e o apoio aos produtores locais devem ser os pilares do festival. Ela enfatizou que um planejamento eficiente pode trazer melhorias não só para o evento em si, mas também para a economia local, promovendo o comércio e incentivando os agricultores que dependem da cultura da mandioca.
Áurea Ribeiro concluiu sua fala pedindo que a gestão municipal apresente um relatório detalhado sobre os gastos previstos para o festival, de modo a assegurar que os recursos sejam aplicados de maneira justa e eficaz. A deputada se colocou à disposição para ajudar na elaboração de propostas que visem a melhoria da gestão pública em Lagarto, destacando a importância da colaboração entre os poderes.
Fonte: Alese
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