Uma jornalista e uma advogada que precisaram de transfusões durante tratamento de doença rara tornaram-se amigas e hoje defendem a doação regular de sangue para manter os estoques do Hemose abastecidos.
O que poderia ser apenas uma coincidência clínica transformou-se em uma amizade verdadeira — e em uma missão compartilhada. Uma jornalista e uma advogada, ambas submetidas a transfusões de sangue durante o tratamento de uma doença rara, uniram suas histórias para reforçar a importância da doação regular e consciente como ato que, literalmente, salva vidas.
As duas passaram pela experiência de depender do sangue doado por desconhecidos para atravessar um momento crítico de saúde. A vivência em comum aproximou as duas mulheres, que encontraram na própria trajetória um motivo poderoso para se tornarem porta-vozes da causa. Para elas, a doação não é apenas um gesto solidário — é uma necessidade contínua que exige comprometimento da sociedade para que os estoques do Hemose, o Hemocentro de Sergipe, permaneçam em níveis seguros.
O apelo das duas vai além do testemunho pessoal: é um chamado direto à população sergipana para que se informe sobre os requisitos para doação e passe a contribuir com regularidade. Cada bolsa de sangue coletada pode atender a pacientes em situações tão delicadas quanto as que elas próprias viveram, seja em cirurgias de emergência, tratamentos oncológicos ou no enfrentamento de doenças raras. A amizade construída sobre essa base reforça que, por trás de cada doação, há histórias reais de superação e gratidão.





Fonte: Governo de Sergipe
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