Nova lei publicada em 8 de julho muda o atendimento a quem sofre com dor crônica no Brasil. A norma obriga o SUS a oferecer cuidado completo e informações sobre riscos dos tratamentos.
No dia 8 de julho, foi publicada uma nova lei que define diretrizes essenciais para melhorar o atendimento de saúde às pessoas que convivem com a dor crônica. A norma estabelece que o dia 5 de julho será oficialmente reconhecido como o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica.
A lei assegura um atendimento integral no Sistema Único de Saúde (SUS) e prevê que os profissionais de saúde ofereçam orientações sobre os riscos e possíveis efeitos adversos dos tratamentos disponíveis. De acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, considera-se dor crônica aquela que persiste por mais de 30 dias.
Para marcar a importância da data, a cor verde será utilizada como símbolo, e a lei determina que campanhas de conscientização sejam promovidas anualmente pelo Poder Público. Essas iniciativas visam ampliar o acesso a informações qualificadas sobre as opções terapêuticas disponíveis no SUS e combater o preconceito enfrentado por esses pacientes.
Além disso, a nova legislação busca incentivar os gestores de saúde a adotarem abordagens multiprofissionais que sejam humanizadas e eficazes no tratamento da dor crônica. Estima-se que cerca de 60 milhões de brasileiros sofram com esse tipo de dor, o que destaca a necessidade de políticas públicas que garantam diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequados para esses pacientes.
A nova lei representa um avanço significativo na luta contra a dor crônica no Brasil, reconhecendo a dimensão do problema e buscando soluções efetivas para o bem-estar da população.
Com essa mudança, espera-se que o SUS se torne um ambiente mais acolhedor e preparado para atender aqueles que enfrentam essa condição, melhorando a qualidade de vida de milhões de brasileiros e promovendo um entendimento mais amplo sobre a dor crônica e suas implicações.
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