A Prefeitura de Aracaju realizou na quarta-feira, 3, capacitação sobre o BPC voltada a técnicos dos Cras e da gerência do benefício. Objetivo é padronizar a aplicação de 4.450 questionários nos próximos meses.
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas), em parceria com a Secretaria de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania (Seasic), realizou na manhã da última quarta-feira, 3, uma capacitação voltada aos profissionais que atuam nas unidades de assistência social do município. O evento aconteceu na Casa dos Conselhos de Sergipe, localizada na região central da capital, e teve como foco o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
A atividade teve como objetivo qualificar e padronizar a aplicação do Questionário de Identificação de Barreiras do Programa BPC na Escola. A capacitação foi direcionada a coordenadores, técnicos e profissionais da gerência do BPC e dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), responsáveis pela aplicação dos questionários durante as visitas domiciliares realizadas em Aracaju. A previsão é de que 4.450 questionários sejam aplicados nos próximos meses na capital.
O BPC na Escola é uma iniciativa do Governo Federal que busca identificar os obstáculos que dificultam ou impedem o acesso e a permanência de crianças e adolescentes com deficiência no ambiente escolar. Para a diretora de Gestão Social da Habitação e Políticas de Transferência de Renda, Luciana Ribeiro, a qualificação dos profissionais é peça-chave para garantir o direito à educação. “O objetivo do programa é identificar as barreiras encontradas pelas crianças para acessar e permanecer na escola. A partir da aplicação dos questionários, teremos dados que permitirão a construção de políticas públicas integradas entre educação, saúde e assistência social, garantindo que essas crianças tenham seu direito à educação efetivamente assegurado”, afirmou.
A gerente do BPC da Diretoria de Gestão Social da Habitação e Políticas de Transferência de Renda, Talita Santos, também destacou o impacto direto da formação no atendimento às famílias. “Essa capacitação é muito importante porque está relacionada ao fortalecimento da inclusão e da garantia de direitos. Com profissionais mais preparados para identificar barreiras, acolher as famílias e orientar adequadamente cada situação, conseguimos tornar o programa ainda mais eficiente e contribuir para a promoção da cidadania”, ressaltou.
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